quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Projeto CURTA AÍ

Projeto CURTA AÍ
CLIQUE AÍ PARA VOCÊ ENTENDER

Storyline: Uma louca que está internada há mais de 10 anos em um sanatório, repentinamente em um dia acorda sã. Ninguém consegue entender tamanho feito conseguido por aquela mulher, e é a partir desse momento que surge uma inédita esperança para a cura da Esquizofrenia.
Porém junto com a esperança, coisas inexplicáveis começam a aparecer.




INTRODUÇÃO:



Nara Morena foi internada no sanatório São Ferdipino aos 13 anos de idade. Desde o seu nascimento a família enfrentou diversos tratamentos para tentar amenizar o problema cerebral que a garota sofria, mas todo o esforço feito não foi suficiente.
No ano de 1997, Nara Morena brincava com o seu irmão com menos de um ano de idade no quintal da casa dos seus avós, todos estavam felizes e animados com o aparente progresso que Nara ia fazendo e com a promoção de Matias, o seu pai. Enquanto todos estavam dentro da casa conversando e bebendo, as duas crianças estavam no quintal, sozinhas.

Seis horas da tarde, Nara começa a ter um dos seus surtos psicológicos, o excesso da sua loucura chega ao um nível perigoso e infelizmente ninguém na casa percebe. O ápice da sua loucura acontece no momento em que ela começa a chutar e a pisar no seu irmão. Todos só vieram se dá conta do ocorrido quando a criança já estava morta no quintal.
Hoje Nara tem 23 anos e a família nunca veio visitá-la.

- Esse é o quarto 7, a paciente se chama Nara Morena Ferreira. Você precisa fazê-la engolir esses dois comprimidos azuis e esse amarelo aqui... Ela é um pouco difícil de lidar, mas você vai se acostumar. Boa sorte no seu primeiro dia aí... Como é seu nome mesmo? – Fala Bittecout, o Diretor do Sanatório.
- Sibis Nau
- Que nome é esse meu garoto – Fala Bittecout rindo e dando uns tapinhas nas costas do rapaz, saindo para a ir a sua sala.
Sibis tenta rir com o comentário feito pelo Diretor, mas o nervosismo do primeiro dia o impede.
“Eu não vou conseguir lidar com esses malucos, o que é que eu estou fazendo aqui... Que merda!..Mas eu estudei para isso... Se acalme, se acalme... Essa é uma ótima oportunidade profissional, eu não posso desperdiçar, agora entre nessa porta e faça seu trabalho” – Fala Sibis em pensamento

Sibis abre a porta 7 e encontra Nara amarrada em uma cama com os olhos fechados. Ele vai se aproximando da paciente aos poucos até chegar próximo ao seu corpo.
- O que é que eu faço, ela está dormindo?
Ele chega próximo ao rosto dela.
- Eu vou ter que...
Nara abre os olhos desesperadamente. Um olhar distante aparece, sem foco, sem vida presente, Sibis tenta interpretar aquele olhar, mas é difícil, parece que ela está presa em algum outro lugar.
- Ola, eu sou Sibis, vim...
Nara começa a gritar
- Se acalme, estou aqui para ajudar...
Ela grita ainda mais alto, cada vez mais alto e tenta puxar o ar, parece que ela está se afogando.
"Meu Deus eu acho que ela vai morrer" - Pensa Sibis em desespero

E cada vez mais ela tenta puxar o ar que parece que não entra.

- Meu Deus, o que é que eu faço? Ela vai morrer desse jeito... Isso não pode ser normal

Quando ele pensa em sair do quarto para chamar alguém, o olhar de Nara foca no seu. E ela pára de gritar.

Ele fica sem entender nada e alguns segundos de silêncio casados com uma intensa troca de olhares se mantém. Depois de quase um minuto se passar ele decide arriscar a falar algo:
- Oi – Fala Sibis
- Oi
“Meu Deus ela sabe falar...” – Pensa Sibis
- É isso aqui é... É assim? - Nara
- Assim o que?
- E o seu olhar, por que é assim?
- Assim como? - Sibis
- Triste
Sibis fica um pouco sem jeito e não consegue encontrar palavras para responder.
- Que lugar é esse? – Indaga Nara
- É... Você está fazendo tratamento.
- De que?
- Você tem um pequeno problema no cérebro
- Mas eu estou...
O sr. Bittecout entra no quarto:
- Sibis! O que foi que você fez? – Fala Bittecout com um olhar assustador
- O que foi senhor? Eu só estou conversando com ela
- É disso mesmo que eu estou falando
- Não se pode conversar com os pacientes, Dr. Bittecout?
- Dr. Sibis não é essa a questão. A questão é que a paciente Nara nunca aprendeu a falar.
- O que?

5 comentários:

Tatiana C. Mendes disse...

Carlos, gostei da proposta, portanto aceito participar. Vou escrever minha parte e indicar alguém para dar continuidade. Agora uma dúvida: tenho que postar em meu próprio blog mesmo, não é? Bem... Vou escrever e esperar sua resposta para saber onde postar ao certo. Um abraço e até breve!

ps.: ah, sim! Já ia me esquecendo, que tal uma parceria com meu blog? Aguardo!

Tatiana C. Mendes disse...

Carlos, se me permite, gostaria de dar uma sugestão:

Acho que se copiarmos os textos anteriores, a postagem vai ficar gigante. Esteticamente falando, não é interessante para os blogs, ainda mais na medida que a narrativa for se estendendo para diversos autores. Ficaria melhor, penso eu, se antes de iniciarmos cada texto (narrativa) fizermos uma referência ao blog anterior, onde se desenrolou a parte anterior ao momento que está sendo descrito naquele instante, no blog.

Assim:

Vou postar o texto amanhã. Antes dele eu faço uma referência, com um link para seu blog, informando que a introdução para aquela narrativa está lá. Entendeu? O que você acha? Creio que assim fique melhor. Caso contrário às pessoas nem lêem, acham grande demais, aí já viu.

Tatiana C. Mendes disse...

Outra vez... Outros motivos...

Tem uma surpresa para você no final desta postagem:
http://imponderavelmente.blogspot.com/2007/11/saga-da-aranha.html. Pode abrir, não é vírus. São algumas indicações.

Abraços,
Tatiana

O Realívoro disse...

parabéns pela iniciatva, vou acompanhar!

Tifon disse...

Gostei mesmo..............Como será possível...?!

Vou acompanhar as respostas dos outros.

Boa ideia a tua.

Apoio completamente ;)